Suma Contra os Gentios
Por Santo Tomás de Aquino
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Sinopsis
Os quatro livros sobre a verdade da fé católica contra os erros dos infiéis: Deus, a criação, a providência e o fim último do homem, e os mistérios revelados, procedendo primeiro pela razão natural.
Índice
- Capítulo 1 — Qual é o ofício do sábio
- Capítulo 3 — Que há um duplo modo de verdade naquilo que confessamos acerca de Deus
- Capítulo 5 — Que as coisas que não podem ser investigadas pela razão são convenientemente propostas para serem tidas pela fé
- Capítulo 7 — Que a verdade da razão não é contrária à verdade da fé cristã
- Capítulo 9 — A ordem e o modo de proceder nesta obra
- Capítulo 11 — Refutação da opinião precedente e solução dos argumentos apresentados
- Capítulo 13 — Argumentos para provar que Deus existe
- Capítulo 15 — Que Deus é eterno
- Capítulo 18 — Que em Deus não há nenhuma composição
- Capítulo 20 — Que Deus não é corpo
- Capítulo 23 — Que em Deus não há acidente
- Capítulo 25 — Que Deus não está em nenhum gênero
- Capítulo 27 — Que Deus não é a forma de nenhum corpo
- Capítulo 30 — Que nomes podem ser predicados de Deus
- Capítulo 32 — Que nada se predica univocamente de Deus e das outras coisas
- Capítulo 34 — Que as coisas que se dizem de Deus e das criaturas se dizem analogicamente
- Capítulo 36 — Que as proposições que nosso intelecto forma acerca de Deus não são vãs
- Capítulo 39 — Que em Deus não pode haver mal
- Capítulo 41 — Que Deus é o sumo bem
- Capítulo 43 — Que Deus é infinito
- Capítulo 45 — Que o entender de Deus é sua essência
- Capítulo 47 — Que Deus entende a si mesmo perfeitamente
- Capítulo 49 — Que Deus conhece as outras coisas além de si
- Capítulo 51 — Razões para investigar de que modo a multidão dos entendidos está no intelecto divino
- Capítulo 53 — De que modo a multidão dos entendidos está em Deus
- Capítulo 55 — Que Deus entende todas as coisas simultaneamente
- Capítulo 57 — Que o conhecimento de Deus não é discursivo
- Capítulo 59 — Que de Deus não se exclui a verdade dos enunciáveis
- Capítulo 61 — Que Deus é puríssima verdade
- Capítulo 63 — Razões dos que querem subtrair de Deus o conhecimento dos singulares
- Capítulo 65 — Que Deus conhece os singulares
- Capítulo 67 — Que Deus conhece os singulares contingentes futuros
- Capítulo 69 — Que Deus conhece os infinitos
- Capítulo 71 — Que Deus conhece os males
- Capítulo 73 — Que a vontade de Deus é a sua essência
- Capítulo 75 — Que Deus, querendo a si, quer também outras coisas além de si
- Capítulo 77 — Que a multidão dos queridos não repugna à simplicidade da substância divina
- Capítulo 79 — Que Deus quer também as coisas que ainda não são
- Capítulo 81 — Que Deus não quer necessariamente as outras coisas além de si
- Capítulo 83 — Que Deus quer algo outro além de si, por necessidade de suposição
- Capítulo 85 — Que a vontade divina não tira a contingência das coisas
- Capítulo 87 — Que nada pode ser causa da vontade divina
- Capítulo 89 — Que em Deus não há paixões dos afetos
- Capítulo 91 — Que em Deus há amor
- Capítulo 93 — Que em Deus há as virtudes que são acerca das ações
- Capítulo 95 — Que Deus não pode querer o mal
- Capítulo 97 — Que Deus é vivente
- Capítulo 99 — Que a vida de Deus é sempiterna
- Capítulo 101 — Que Deus é a sua bem-aventurança
- Capítulo 1 — Continuação do que se segue com o que precede
- Capítulo 3 — Que o conhecimento das criaturas vale para a destruição dos erros que existem acerca de Deus
- Capítulo 5 — Ordem do que se há de dizer
- Capítulo 7 — Que a potência ativa existe em Deus
- Capítulo 9 — Que a potência de Deus é a sua ação
- Capítulo 11 — Que algo se diz de Deus relativamente às criaturas
- Capítulo 13 — Que as relações pelas quais Deus se refere às outras coisas não são coisas existentes fora de Deus
- Capítulo 15 — Que tudo o que existe, existe a partir de Deus
- Capítulo 17 — Que a criação não é movimento nem mutação
- Capítulo 19 — Que a criação se dá sem sucessão
- Capítulo 21 — Que só a Deus pertence criar
- Capítulo 23 — Que Deus não age por necessidade de natureza
- Capítulo 25 — Como Deus, sendo onipotente, se diz não poder algumas coisas
- Capítulo 27 — Que a vontade divina não se restringe a efeitos determinados
- Capítulo 29 — Como, na produção de alguma criatura, se pode encontrar dever de justiça na comparação do posterior com o anterior
- Capítulo 31 — Que não é necessário que as criaturas tenham existido desde a eternidade
- Capítulo 33 — Razões tomadas da parte das criaturas
- Capítulo 35 — Solução das razões tomadas da parte de Deus
- Capítulo 37 — Soluções das razões tomadas da parte da feitura das coisas
- Capítulo 39 — Que a distinção das coisas não é por acaso
- Capítulo 41 — Que a distinção das coisas não é por causa da contrariedade dos primeiros agentes
- Capítulo 43 — Que a distinção das coisas não se dá por um Anjo que introduz na matéria formas diversas
- Capítulo 45 — Qual é, segundo a verdade, a primeira causa da distinção das coisas
- Capítulo 47 — Que as substâncias intelectuais são dotadas de vontade
- Capítulo 49 — Que a substância intelectual não é corpo
- Capítulo 51 — Que as substâncias intelectuais não são formas materiais, mas subsistentes
- Capítulo 53 — Que nas substâncias intelectuais criadas há ato e potência
- Capítulo 55 — Que as substâncias intelectuais são incorruptíveis
- Capítulo 57 — A posição de Platão sobre a união da alma intelectiva ao corpo
- Capítulo 59 — Que o intelecto possível do homem não é substância separada
- Capítulo 61 — Que a dita posição é contra a sentença de Aristóteles
- Capítulo 63 — Que a alma não é compleição, como sustentou Galeno
- Capítulo 65 — Que a alma não é corpo
- Capítulo 67 — Contra os que sustentam ser o intelecto possível a imaginação
- Capítulo 69 — Solução das razões pelas quais acima se provava que a substância intelectual não pode unir-se ao corpo como forma
- Capítulo 76 — Que o intelecto agente não é substância separada, mas algo da alma
- Capítulo 78 — Que a alma humana, corrompido o corpo, não se corrompe
- Capítulo 80 — Solução dos argumentos precedentes
- Capítulo 82 — Argumentos pelos quais parece poder-se provar que a alma humana não começa com o corpo, mas existiu desde a eternidade
- Capítulo 84 — Solução dos argumentos contrários à conclusão precedente
- Capítulo 86 — Que a alma humana não é transmitida com o sêmen
- Capítulo 88 — Argumentos contrários à verdade estabelecida
- Capítulo 90 — Que a nenhum outro corpo, senão ao humano, se une a substância intelectual como forma
- Capítulo 92 — Sobre a multidão das substâncias separadas
- Capítulo 94 — Que a substância separada e a alma não são de uma só espécie
- Capítulo 96 — Que as substâncias separadas não recebem conhecimento dos sensíveis
- Capítulo 98 — De que modo uma substância separada entende outra
- Capítulo 100 — Que as substâncias separadas conhecem os singulares
- Capítulo 71 — Que a alma se une imediatamente ao corpo
- Capítulo 73 — Que o intelecto possível não é um só em todos os homens
- Capítulo 75 — Solução das razões pelas quais parece provar-se a unidade do intelecto possível
- Capítulo 1 — Que todo agente age por um fim
- Capítulo 3 — Que o mal está, nas coisas, à revelia da intenção
- Capítulo 5 — Solução dos argumentos precedentes
- Capítulo 7 — Argumentos contrários à conclusão precedente
- Capítulo 9 — Que a causa do mal é o bem
- Capítulo 11 — Que o mal não consome totalmente o bem
- Capítulo 13 — Que o mal é causa por acidente
- Capítulo 15 — Que o fim de cada coisa é o bem
- Capítulo 17 — Como Deus é o fim de todas as coisas
- Capítulo 19 — Como as coisas imitam a bondade divina
- Capítulo 21 — Como as coisas se ordenam de modo diverso aos seus fins
- Capítulo 23 — Que todas as coisas apetecem o bem, mesmo as que carecem de conhecimento
- Capítulo 25 — Que a felicidade não consiste no ato da vontade
- Capítulo 27 — Que a felicidade não consiste nas honras
- Capítulo 29 — Que a felicidade do homem não consiste nas riquezas
- Capítulo 31 — Que a felicidade não consiste nos bens do corpo
- Capítulo 33 — Que a última felicidade do homem não consiste nos atos das virtudes morais
- Capítulo 35 — Que a felicidade não consiste na operação da arte
- Capítulo 37 — Que a felicidade humana não consiste no conhecimento de Deus que comumente todos têm
- Capítulo 39 — Que a felicidade humana não consiste no conhecimento de Deus que é pela fé
- Capítulo 41 — Que não podemos, nesta vida, conhecer as substâncias separadas, como sustentou Alexandre
- Capítulo 43 — Que a última felicidade do homem não consiste no conhecimento das substâncias separadas, tal como fingem as ditas opiniões
- Capítulo 45 — Que a alma, nesta vida, não se entende a si mesma por si mesma
- Capítulo 47 — Que as palavras de Agostinho não provam que, nesta vida, possamos ver a Deus por essência
- Capítulo 49 — Que as substâncias separadas não veem a Deus por essência, pelo fato de o conhecerem por suas próprias essências
- Capítulo 51 — De que modo Deus é visto por essência
- Capítulo 53 — Que o intelecto criado precisa de alguma influência de luz para ver Deus por essência
- Capítulo 55 — Que o intelecto criado não compreende a essência divina
- Capítulo 57 — Que todo intelecto, seja qual for o seu grau, pode ser participante da visão divina
- Capítulo 59 — Que os que veem a substância divina veem tudo de algum modo
- Capítulo 61 — Que, pela visão de Deus, alguém é participante da vida eterna
- Capítulo 63 — De que modo, naquela última felicidade, se cumpre todo desejo do homem
- Capítulo 65 — Que Deus conserva as coisas no ser
- Capítulo 67 — Que Deus é causa de operar para todos os que operam
- Capítulo 69 — Como o mesmo efeito é de Deus e do agente natural
- Capítulo 71 — Que a divina providência não exclui a contingência das coisas
- Capítulo 73 — Que a divina providência não exclui o caso e a fortuna
- Capítulo 75 — Que a providência de Deus é dos singulares imediatamente
- Capítulo 77 — Que, por meio das criaturas intelectuais, as demais criaturas são regidas por Deus
- Capítulo 79 — Da ordenação dos Anjos entre si
- Capítulo 81 — Que os corpos inferiores são regidos por Deus por meio dos superiores
- Capítulo 83 — Que os corpos celestes não imprimem em nossos intelectos
- Capítulo 85 — Que os efeitos corpóreos nestas coisas inferiores não se seguem por necessidade dos corpos celestes
- Capítulo 87 — Que as substâncias separadas criadas não podem ser causa direta de nossas eleições e vontades
- Capítulo 89 — Que as eleições e vontades humanas estão sujeitas à divina providência
- Capítulo 91 — Como se diz que alguém é bem afortunado, e de que modo o homem é ajudado pelas causas superiores
- Capítulo 93 — Sobre a certeza da divina providência
- Capítulo 95 — Que os pedidos dos que oram nem sempre são admitidos por Deus
- Capítulo 97 — Como Deus pode ou não pode fazer fora da ordem de sua providência
- Capítulo 99 — Que as coisas que Deus faz fora da ordem da natureza não são contra a natureza
- Capítulo 101 — Que só Deus pode fazer milagres
- Capítulo 103 — Que as obras dos magos não são apenas por impressão dos corpos celestes
- Capítulo 105 — Que a substância intelectual que presta eficácia às obras mágicas não é boa
- Capítulo 107 — Argumentos de que nos demônios não pode haver pecado
- Capítulo 109 — Solução dos argumentos precedentes
- Capítulo 111 — Que as criaturas racionais são governadas por causa de si mesmas, as outras, porém, em ordem a elas
- Capítulo 113 — Que aos homens são dadas leis divinamente
- Capítulo 115 — Que o fim da lei divina é o amor de Deus
- Capítulo 117 — Que pela lei divina os homens são obrigados à reta fé
- Capítulo 119 — Que o culto de latria deve ser exibido só a Deus
- Capítulo 121 — Por que razão a fornicação simples é pecado segundo a lei divina, e que o matrimônio é natural
- Capítulo 123 — Que o matrimônio deve ser indivisível
- Capítulo 125 — Que o matrimônio não deve ser contraído entre parentes
- Capítulo 127 — Que o uso de nenhum alimento é pecado em si mesmo
- Capítulo 129 — Que nos atos humanos há coisas retas segundo a natureza, e não apenas por serem estabelecidas por lei
- Capítulo 131 — Razões dos que impugnam a pobreza voluntária
- Capítulo 133 — Como a pobreza é boa
- Capítulo 135 — Soluções das objeções contra os modos particulares de viver na pobreza
- Capítulo 137 — Contra os que igualavam o matrimônio à virgindade
- Capítulo 139 — Que nem os méritos nem os pecados são iguais
- Capítulo 141 — Da diferença e ordem das penas
- Capítulo 143 — Da pena devida ao pecado mortal e venial, com respeito ao último fim
- Capítulo 145 — Que os pecados são punidos também pela experiência de algo nocivo
- Capítulo 147 — Que o homem necessita do auxílio divino para alcançar a bem-aventurança
- Capítulo 149 — Que o dito auxílio o homem não pode merecer
- Capítulo 151 — Que a graça gratificante causa em nós o amor de Deus
- Capítulo 153 — Que a graça divina causa em nós a esperança da futura bem-aventurança
- Capítulo 155 — Que o homem necessita do auxílio divino para perseverar no bem
- Capítulo 157 — Que o homem não pode ser liberto do pecado senão pela graça
- Capítulo 159 — Que razoavelmente se imputa ao homem se não se converte a Deus, ainda que isso, sem a graça, não possa fazer
- Capítulo 161 — Que Deus liberta alguns do pecado e deixa outros no pecado
- Capítulo 163 — Da predestinação, da reprovação e da eleição divina
- Capítulo 2 — Que há geração, paternidade e filiação nas coisas divinas
- Capítulo 4 — O que pensou Photino acerca do Filho de Deus, e sua refutação
- Capítulo 6 — Da opinião de Ário acerca do Filho de Deus
- Capítulo 8 — Solução às autoridades que Ário aduzia em seu favor
- Capítulo 10 — Razões contra a geração e a processão divinas
- Capítulo 12 — Como o Filho de Deus se diz sabedoria de Deus
- Capítulo 14 — Solução às razões acima aduzidas contra a geração divina
- Capítulo 16 — Que o Espírito Santo é verdadeiro Deus
- Capítulo 18 — Como se devem entender as coisas que se dizem do Espírito Santo
- Capítulo 20 — Dos efeitos atribuídos ao Espírito Santo a respeito da criatura racional, quanto ao que Deus nos concede
- Capítulo 22 — Solução às razões acima aduzidas contra a divindade do Espírito Santo
- Capítulo 24 — Razões dos que querem mostrar que o Espírito Santo não procede do Filho, e solução delas
- Capítulo 26 — Que além destas três pessoas não se deve pôr uma quarta na natureza divina
- Capítulo 28 — Do erro de Fotino acerca da encarnação
- Capítulo 30 — Do erro de Valentino acerca da encarnação
- Capítulo 32 — Do erro de Ário e de Apolinário acerca da alma de Cristo
- Capítulo 35 — Contra o erro de Êutiques
- Capítulo 37 — Contra os que disseram que, da alma e do corpo, nada de uno se constituiu em Cristo
- Capítulo 39 — O que a fé católica sente acerca da encarnação de Cristo
- Capítulo 41 — Como se deve entender a encarnação do Filho de Deus
- Capítulo 43 — Que a natureza humana assumida pelo Verbo não preexistiu à assunção, mas foi assumida pelo Verbo de Deus na própria concepção
- Capítulo 45 — Que convinha a Cristo nascer de uma virgem
- Capítulo 47 — Que Cristo não foi Filho do Espírito Santo segundo a carne
- Capítulo 49 — Solução dos argumentos contra a encarnação acima colocados
- Capítulo 51 — Objeções contra o pecado original
- Capítulo 53 — Razões pelas quais parece provar-se que não foi conveniente Deus encarnar-se
- Capítulo 55 — Solução dos argumentos acima colocados contra a conveniência da encarnação
- Capítulo 57 — Da distinção dos sacramentos da lei antiga e da lei nova
- Capítulo 59 — Do batismo
- Capítulo 61 — Da Eucaristia
- Capítulo 63 — Solução das dificuldades propostas, e primeiramente quanto à conversão do pão no corpo de Cristo
- Capítulo 65 — Solução do que se objetava da parte dos acidentes
- Capítulo 69 — De que pão e vinho deve ser confeccionado este sacramento
- Capítulo 71 — Que o homem que peca depois da graça dos sacramentos pode converter-se de novo à graça
- Capítulo 73 — Do sacramento da extrema-unção
- Capítulo 75 — Da distinção das ordens
- Capítulo 77 — Que os sacramentos podem ser dispensados por maus ministros
- Capítulo 79 — Que pela virtude de Cristo há de haver a ressurreição dos corpos
- Capítulo 81 — Solução das objeções apresentadas
- Capítulo 83 — Que na ressurreição não haverá uso de alimentos e de relações sexuais
- Capítulo 85 — Que os corpos dos que ressuscitam terão disposição diferente da anterior
- Capítulo 87 — Do lugar dos corpos glorificados
- Capítulo 89 — Da qualidade dos corpos ressuscitados nos condenados
- Capítulo 91 — É também conveniente que os espíritos condenados sejam punidos com penas corporais
- Capítulo 93 — Que as almas dos santos têm, depois da morte, vontade imutável no bem
- Capítulo 95 — Da causa da imutabilidade, comum a todas as almas, depois da separação do corpo
- Capítulo 97 — Do estado do mundo depois do juízo
Editorial: Coda Books. Idioma: pt-BR.
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